sábado, 18 de julio de 2015

Br.nacaodamusica.com: Entrevista exclusiva: Tokio Hotel habla de sus expectativas para el show en Brasil. (Traduccion en español - Portugués/Español.)

Entrevista Exclusiva: Tokio Hotel fala sobre suas expectativas com o show no Brasil

Tokio Hotel chega ao Brasil para apresentação única em São Paulo no dia 28 de agosto. Bill, Tom, Georg e Gustav estão na estrada divulgando o álbum “Kings Of Suburbia”, lançado em outubro de 2014, que chega cinco anos após o seu antecessor “Humanoid”.

Para nos prepararmos para o aguardado show, a Nação da Música conversou um pouco com os alemães, que contaram sobre a criação do novo álbum, relação com os fãs, o que pensam sobre o nosso país e até sobre um possível apocalipse zumbi. Confira:

Entrevista feita por Andressa Oliveira e Gabriel Simas. Tradução: Mariane Ávilla

“Kings of Suburbia”. Foram cinco anos de intervalo entre o lançamento deste novo álbum e “Humanoid”. Qual foi o motivo para a demora?
 
Bill Kaulitz: Nós começamos a escrever as músicas e acabou que ficaram bem diferentes do que estávamos acostumados, sabe? Tiramos muita inspiração da vida noturna, tem uma pegada mais eletrônica e quando se faz as coisas por conta própria acabamos demorando mais mesmo.

Estávamos acostumados a escutarmos suas músicas em inglês e também em alemão. O que levou vocês a não gravarem “Kings of Suburbia” em alemão?
 
BK: Pareceu mais natural fazermos o álbum todo em apenas uma linguagem. Não gostamos muito do fato de que no último CD fizemos dessa maneira porque meio que fomos obrigados, as pessoas estavam esperando que fosse assim. Não queríamos nos comprometer… Muitas vezes as coisas acabam ficando melhores em uma versão do que em outra e algumas coisas ficam perdidas na tradução e, como eu estava escrevendo as letras em inglês, não quis forçar uma tradução para o alemão.

O novo disco é algo bem diferente do som que os fãs estavam acostumados. O que influenciou essa mudança? O que vocês acharam da reação dos fãs?
 
Georg Listing: Acho que o que mais influenciou essa mudança foi o tempo, já que tivemos quatro anos para escrever e produzir este álbum, foi um desenvolvimento natural ao nosso estilo. Como só nós conseguíamos ouvir o que estava sendo gravado no estúdio, com certeza foi uma grande surpresa para o público e, enfim, foi mesmo o tempo e o fato de estarmos fazendo tudo nós mesmos, todas as etapas, desde os demos até a finalização do disco e… acho que foi isso.

BK: O mais incrível é que os nossos fãs eles são tão leais e… é muito louco isso, tanta gente que nos acompanha há muito tempo e continuam lá e são muito apaixonados. Pra mim, isso é a coisa mais importante que uma banda pode ter e estamos super felizes que os fãs continuam com a gente por tantos anos, mas ao mesmo tempo também notamos algumas mudanças como, por exemplo, uma presença maior de caras nos nossos shows e como o nosso público foi envelhecendo com o tempo, assim como nós (risos).

Bom… em breve vocês estarão se apresentando aqui no Brasil. Como é estar de volta ao país? Quais são as lembranças de vocês da última passagem por aqui?
 
BK: É sempre bom pois não vamos praí frequentemente e sabe, quando você vai a algum lugar que não costuma ir tanto você nota bastante a apreciação das pessoas e como elas estão animadas com a música, com os shows e tudo mais, então acho que vai ser bem intenso, nós esperamos um ótimo show com bastante energia. Eu me lembro da última vez, da grande quantidade de fãs que temos, e foi muito bom, então acho que vai ser um ótimo show.

E quais são os planos futuros para a banda? Algo de especial para essa segunda metade de 2015? Já estão pensando em um novo disco, talvez um EP….
 
BK: Temos tantos projetos, vamos entrar em turnê e acho que são cerca de 50 shows esse ano ainda, então vamos focar bastante na nossa tour e, além disso, pretendemos voltar ao estúdio para conhecer alguns novos produtores e buscar sempre pessoas que possam criar coisas novas com a gente. Já estivemos no estúdio e já temos algumas faixas novas que pretendemos lançar em breve e tem ainda outros projetos. Eu e Tom estamos escrevendo um livro e a ideia é lançar até o fim desse ano.

Como é para a banda tocar em uma turnê na Europa em estádios e depois tocar nos Estados Unidos em lugares menores, com um público menor, isso diferencia na hora da apresentação? É melhor para a banda essa aproximação com menos pessoas, como é pra vocês?

GL: Na verdade começamos esse ano em pequenos clubes na Europa também porque a gente queria, então tipo, nos acostumamos, é algo que a gente queria fazer há um bom tempo, queríamos um momento mais íntimo com os fãs e amamos esse conceito de transformar a casa de show em uma balada, e isso foi possível em casas menores. E então vamos para a América Latina nos apresentar em lugares um pouco maiores e acho que nós conseguimos aproveitar os dois, de verdade, é bem legal.

Vamos para as perguntas que os fãs enviaram pra gente pelo nosso twitter. Começando pela Priscilla Marinho de São Paulo “tem alguma comida ou algum lugar em especial que eles sentem falta agora morando em LA?!”

BK: Com certeza! Acho que a gente sempre sente falta do nosso país, temos lembranças de infância, especialmente bolo e as massas que são tão melhores na Alemanha, que morro de saudade por causa das minhas memórias de infância, então dá pra sentir bastante falta das coisas da Europa e da Alemanha, mas também amamos morar por aqui, principalmente o Sol, gostamos muito de LA.

A Giovana Furtado de Santo André perguntou: “Qual a sensação de saber que fãs tatuam, gravam pra sempre na pele, o trabalho de vocês?” e também quer saber se os fãs inspiram eles de alguma forma.

BK: Eu acho muito legal, com certeza fico muito lisonjeado, digo, não consigo imaginar alguém com uma tatuagem da cara do Georg em algum lugar (risos) mas no geral tipo, eu tenho uma tatuagem da logo da banda também, e acho que foi minha primeira tatuagem de todas, com certeza é um comprometimento, e nós como banda achamos surreal alguém fazer esse tipo de comprometimento pra vida. Uma vez encontrei uma menina em LA que ela curtia todos os meus penteados, então ela tatuava meu rosto com meu cabelo toda vez que eu mudava, ela deve ter uns 8 retratos tatuados no corpo dela, e foi meio louco, mas com certeza fico lisonjeado.

E pra fechar as perguntas dos fãs, a Amanda Silva de Blumenau quer saber: “Em um apocalipse zumbi, que personagem de ação eles gostariam que fizesse parte do grupo de sobreviventes deles?”

BK: Eu amo o homem-aranha, acho que ele é um dos super heróis que tem os poderes mais legais, e eu amo que ele meio que consegue voar, pra mim é incrível. Então qualquer coisa que acontecesse na terra, se tem tipo água ou fogo em todo o lugar, ele pode sempre fugir, então acho que eu seria o homem-aranha.

E para finalizar. Vocês tem algum recado especial para os fãs brasileiros?

BK: Sim! Muito obrigado pelo apoio e pelo amor, conseguimos sentir daqui de longe. Mal podemos esperar para chegar aí e mostrar tudo que temos preparado, trabalhamos muito no nosso show e estamos super felizes por poder finalmente mostrar pra todo mundo, e vai ser muito legal poder agradecemos o amor e o apoio e mal podemos esperar para chegar. 
 
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Tokio Hotel llega a Brasil con una sola presentación en São Paulo este 28 de agosto. Bill, Tom, Georg y Gustav están promocionando del álbum "Kings Of Suburbia", lanzado en octubre de 2014, el cual despues de cinco años es el predecesor de "Humanoid".

Para prepararnos a este show previsto, Nação da Música hablo un poco con los alemanes acerca de la creación de su nuevo álbum, la relación con los fans, lo que ellos piensan acerca de nuestro país e incluso sobre un posible apocalipsis zombie. Dale un vistazo:

Entrevista realizada por Andressa Oliveira y Gabriel Simas. Traducción: Mariane Avilla

"Kings of Suburbia". Tardo cinco años para el lanzamiento de este nuevo álbum y "Humanoid". ¿Cuál fue el motivo de la tardanza? 


Bill Kaulitz: Comenzamos a escribir las canciones y resultó que eran muy diferentes de lo que estábamos acostumbrados, ¿sabes? Tuvimos un montón de inspiración en la vida nocturna, hay mas huella electrónica y cuando haces las cosas por tu propia cuenta, esto simplemente puede tomar más tiempo.

Solíamos escuchar sus canciones en Inglés y en alemán. ¿Qué los ha llevado a no registrar "Kings of Suburbia" en alemán?
 

BK: Me parece más natural hacer el álbum completo en un solo idioma. En el último CD nos sentiamos tipo forzados, la gente esperaba que fuera asi. No queríamos comprometernos ... Muchas veces las cosas son cada vez mejores cuando es en una versión, ademas algunas cosas se pierden durante la traducción cuando estaba escribiendo la letra en Inglés y no quería forzar una traducción al alemán.

El nuevo disco es muy diferente de sonido que estaban acostumbrados los fans. ¿Qué influyó a este cambio? ¿Qué piensan sobre la reacción de los fans?
 

Georg Listing: Creo que lo que más influyo en este cambio fue el tiempo, teníamos cuatro años escribiendo y produciendo este álbum, fue un desarrollo natural a nuestro estilo. Como sólo nosotros podíamos oír lo que se estamos grabando en el estudio, sin duda fue una gran sorpresa para el público y finalmente ese era el momento y el hecho que estamos haciendo todo nosotros mismos, todas las etapas desde la finalización disco y ... Pienso que fue todo.

BK: Lo más sorprendente es que nuestros fans son tan leales y ... Son lo bastante locos, así que muchas personas han estado ahi con nosotros durante mucho tiempo y todavía están allí y son muy apasionados. Para mí, eso es lo más importante que una banda puede tener y estamos felices de ver como los fans están todavía con nosotros durante tantos años, pero al mismo tiempo notamos algunos cambios, por ejemplo, una mayor presencia de chicos (Hombres) en nuestros shows y cómo nuestro publico esta envejeciendo con el tiempo asi como nosotros (risas).

Bien ... Pronto ustedes van a presentarsen aquí en Brasil. ¿Que sienten estar de regreso en el país? ¿Cuáles son sus últimos aquí?
 

BK: Siempre es bueno regresar porque no lo hacemos con frecuencia y cuando vamos a alguna parte valoramos a las personas, a su forma de estar entusiasmados con la música, con los show y todo, así que creo que será uan experienia lo bastante intensa, queremos brindar un gran espectáculo lleno de mucha energía. Recuerdo que la última vez era una gran cantidad de fans los que nos acompañaban y eso era muy bueno, así que creo que será un gran espectáculo.

¿Y cuáles son los planes a futuro para la banda? ¿ Hay algo en especial para este segundo semestre de 2015? Ya estamos pensando en un nuevo álbum, tal vez un EP ....

 

BK: Tenemos tantos proyectos, vamos a estar de gira yson cerca de 50 presentacion que daremos en este año, asi que nos concentraremos en nuestro tour además tenemos la intención de volver al estudio, conocer algunos nuevos productores y buscar personas que puedan crear cosas nuevas con nosotros. Hemos estado en el estudio y tenemos algunas nuevas canciones que planeamos lanzar pronto y todavía tienen otros proyectos. Tom y yo estamos escribiendo un libro y la idea es ponerlo es lanzarlo a finales de este año.

¿Cómo planeo la banda estar de gira por Europa en los estadios y luego presentarse en los Estados Unidos en lugares más pequeños con un público más reducido, se diferencia el momento de la presentación? ¿Es mejor para la banda estar cerca de pocas personas a ustedes?
 

GL: En realidad la gira comenzo este año en pequeños clubes de Europa, era algo que queriamos en un buen tiempo y no estabamos acostumbrados, queríamos un momento más íntimo con los fans y nos encanto la idea de convertir el espacio mas intimo y esto solo era posible en lugares más pequeños. Luego viajeremos por América Latina para llevar a cabo la misma idea en algunos lugares más grandes, creo que podemos disfrutar de ambos, en realidad es muy grato.
Vamos a pasar a las preguntas que los fans nos enviaron por nuestro twitter. Comenzando con Priscilla Marinho de São Paulo "¿Tiene algun tipo de comieda o lugar en particular, que echan de menos ahora que vive en Los Ángeles?"
 

BK: ¡Por supuesto! Creo que siempre extrañamos nuestro país, tenemos recuerdos de la infancia, especialmente la torta y las masas que son mucho mejor (deliciosas) en Alemania, muero de nostalgia por mis recuerdos de la infancia asi que puedo sentir la ausencia de cosas en Europa y Alemania, pero también nos encanta vivir aquí, especialmente disfrutamos del sol de Los Angeles.
 

Giovana Furtado de Santo Andrépregunta: "¿Qué siente al saber que los fans se tatuan para siempre en la piel, parte de su trabajo?", y también quiere saber si los fans los inspiran de alguna forma.
 

BK: Creo que es genial y me siento muy halagado, quiero decir, no puedo imaginar a alguien con un tatuaje del rostro de Georg en alguna parte (risas) pero en general, como tambien tengo un tatuaje del logo de la banda y fue mi primer tatuaje, seguro que es un compromiso y nosotros como banda nos parece surreal que alguien haga esa clase de compromiso por la vida. Una vez conocí a una chica en Los Ángeles que disfruta de todos mis cortes de peinado, así que ella se ha tatuado mi cara con mi cabello cada vez que he cambiado, debe tener 8 retratos tatuados en su cuerpo y es una locura pero estoy ciertamente halagado.

Y para finalizar las preguntas de los fans, Amanda Silva de Blumenau, pregunta: "Si estuvieran en un apocalipsis zombie ¿Qué personaje de acción les gustaría hacer parte de su grupo de sobrevivientes?"
 

BK: Me encanta Spiderman, creo que es un superhéroe que tiene los poderes más fresco, y me encanta saber que puede moverse por los aires para mí es increíble. Si esta roderado por agua o fuego él siempre puede escapar así que creo que sería Spiderman.

Y finalmente. ¿Tiene algún mensaje especial para los fans brasileños?
 

BK: ¡Sí! Muchas gracias por todo su apoyo y amor que podemos sentir aquí. No podemos esperar a estar alli y que puedan ver todo lo que hemos preparado, trabajamos duro en nuestro show y estamos muy contentos de finalmente enseñarselos a todos, apreciaremos mucho todo su amor y apoyo. No podemos esperar para llegar.

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Traduccion al español por THEC  

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